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Moral da História da vaquinha empurrada no abismo ou precipício

Moral da História da vaquinha empurrada no abismo ou precipício. Essa história é sobre pessoas que se acomodam e não mudam de lugar nem de atividade, apesar de saber que podem fazer isso muito bem e ter sucesso.

Esta história triste e ao mesmo tempo comovente é sobre a vaquinha que é empurrada no precipício. Talvez você conheça essa história. O que queremos mostrar aqui, entretanto, é a moral dessa história.

Talvez você já tenha ouvido ou lido sobre a triste história da vaquinha.

Eu já li e ouvi essa história umas tantas vezes e estou sempre disposto a ouvi-la mais, muito mais.

Porque quanto mais eu a ouço ou leio, mais descubro o quanto eu fiquei preso às vaquinhas imaginárias que surgiram no meu caminho, ao longo da minha vida.

Eu acredito que a vaquinha que aprece nessa história seja imaginária.

Foi criada na imaginação de alguém que deu vida a um caso de motivação e a transformou num excelente conto de autoajuda, principalmente a quem necessita de um aprendizado de como se libertar das amarras do tempo.

 

A história da vaquinha

Mas, caso você ainda não conheça, a história da vaquinha é (contada do meu jeito) assim:

“Um monge passeava com seu discípulo num local distante da população. Chegaram a uma propriedade bastante rústica.

Tal propriedade estava mergulhada na pobreza.

A plantação era pouca e não mostrava nenhum sinal de cuidado necessário para que se desenvolvesse.

Os visitantes bateram palmas e depois de algum tempo apareceu um homem magro, de feição gasta pelo trabalho na roça.

Além disso, parecia um homem bastante desanimado com a vida e sem apresentar nenhuma condição de se tornar alguém de prestígio.

Era um sítio muito pobre

Esse homem recebeu com cordialidade os forasteiros e os convidou a entrar na humilde casa. Ali, respondeu com calma, e demonstrando naturalidade, as perguntas do curioso monge:

— Do que vocês vivem? — o monge perguntou ao sitiante.

— Vivemos da produção da terra. Plantamos, colhemos, comemos parte da colheita e vendemos um pouco a outros moradores. Com isso, ganhamos algum dinheiro para comprar o que precisamos, na cidade mais próxima.

Percebendo que o sítio não tinha trator nem maquinário algum, o monge quis saber como o sitiante arava a terra.

Transportava objetos, enfim, fazia todas as atividades mais pesadas.

A vaquinha do sítio

O homem explicou que tinha uma vaquinha.

— Ela nos dá o leite todos os dias. As crianças bebem desse leite e vão crescendo assim aos poucos, do jeito que toda criança cresce.

O monge sabia disso. As crianças crescem porque esse é o caminho de se tornarem adultas.

Queria saber, no entanto, das atividades diárias do homem e da família dele. Este continuou:

— A vaquinha me ajuda a empurrar o arado. Com isso, faço sulcos na terra e a preparo para a plantação. Depois vem a colheita. Colhemos nosso alimento e assim vamos vivendo.

Ou seja, tudo o que o sitiante conseguia vinha praticamente da vaquinha: o leite para as crianças, a força motriz para puxar o arado e transporte da família.

Podemos imaginar que, se alguém tirasse a vaquinha dele, certamente ele e sua família morreriam.

Porque a vaquinha representava para eles toda a fonte de renda e também de vida.

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Moral da história da vaquinha empurrada no precipício

Os forasteiros se despedem

Os dois forasteiros se despediram do homem, da família do homem e se afastaram.

À distância viam as crianças mirradas e mal vestidas do sítio brincando do lado de fora da propriedade.

Da porta, a mulher do homem também sorria, triste e conformada, em sua roupa caseira, humilde e simples.

Quando se afastaram do sítio e viram a vaquinha do homem pastando, o monge disse ao seu discípulo:

— Vai até a vaquinha dele e empurre-a para o precipício.

O aluno logo contestou:

— Mas aí eles ficarão sem a vaquinha, Mestre. E eles só têm ela.

Faça o que estou mandando, repetiu o monge:

— Empurre a vaquinha para o precipício.

O aluno, por fim, decidiu obedecer ao mestre. Sem pestanejar, empurrou a vaquinha para o precipício, e ela se estatelou lá embaixo.

Depois foram embora dali.

Isto é, o monge foi embora na maior tranquilidade deste mundo.

Mas o discípulo, entretanto, foi embora morrendo de remorso.

Afinal, como pôde fazer esse ato tão perverso?

O tempo passou, mas o discípulo não conseguiu esquecer a maldade que fez e sua consciência pesava demais.

Algo bem lá dentro dele lhe dizia para voltar ao sítio e dizer arrependido o que fez aos pobres sitiantes, sob ordem do Mestre.

O aluno retorna ao sítio

Enfim, voltou ao sítio, mas teve uma surpresa tão grande que nem acreditou.

Ao se aproximar da propriedade, viu crianças brincando na porta, vestidas em roupas da moda.

Roupas caras da cidade que só os filhos de rico têm condição de comprar.

Perguntou às crianças onde estava o pai delas.

De início, pensou que o dono do sítio e sua família tivesse ido embora.

Achou que as crianças que via agora lá fossem outras.

As crianças chamaram o pai, e este apareceu.

O discípulo se assustou porque percebeu que era o mesmo homem que o recebeu junto de seu Mestre.

Então, quis saber como aconteceu tudo.

O homem pediu que ele entrasse.

Ele entrou e viu que a casa era outra: mobiliada, moderna.

“Como aconteceu tudo isso”, perguntava ele a si próprio.

Sobre a vaquinha

Então o homem contou sem nenhum ressentimento ou tristeza:

— Antes nós tínhamos uma vaquinha. Ela nos dava de tudo: o leite para as crianças, ajudava na aragem da terra, na colheita, o transporte…

“Vivíamos praticamente à custa dela. Mas depois ela caiu no precipício e morreu. E nós ficamos sem ela.

Mas daí, começamos a buscar outros meios de sobrevivência.”

Diante da admiração do discípulo, que ouvia tudo calado, o próspero fazendeiro continuou:

— Sem a vaquinha, plantamos mais e colhemos muito.

“Estudamos maneiras de plantar mais e colher mais. Vendemos as colheitas e ganhamos dinheiro.

Com isso, fizemos empréstimos em bancos e compramos máquinas e equipamentos diversos.

Com isso, colhemos ainda mais.

Contratamos empregados.

Como o sítio ficou pequeno, compramos as propriedades em volta.

Agora nós temos toda a extensão plantada e com criação.”

O discípulo nem quis falar da vaquinha.

Continuou a ouvir a história do homem.

Este agora era rico e tinha dinheiro guardado em bancos.

Em vez de tomar empréstimos, agora era ele que emprestava dinheiro aos seus antigos credores.

“Que mudança fantástica!”, o discípulo suspirou.

Saiu dali alegre e contente.

Longe do que imaginava, a vida do homem mudou radicalmente sem a vaquinha.

Isto é, mudou para o alto, para a vitória, para o sucesso.”

Moral da história:

Às vezes, temos uma vaquinha e não conseguimos nos libertar dela: o emprego que temos medo de perder e não encontrar outro.

O salário minguado que não aumenta, porque temos preguiça de estudar e aprender mais.

O medo de gastar dinheiro comprando cursos que nos ajudam a ganhar dinheiro na internet.

Criamos um blog e ficamos com medo de investir dinheiro nele.

Enfim, muitos de nós vivemos presos a uma vaquinha imaginária que nos leva, ao longo da vida, a uma situação de conformismo e mesmice.

Tudo o que nós precisamos fazer é: empurrar nossa vaquinha imaginária para o precipício e correr em busca do sucesso.

Muitos têm a mania de dizer correr atrás do sucesso. Nós entendemos que devemos ser diferentes e correr em busca do sucesso.

O que você acha disso?

Conclusão:

  • Devemos sempre analisar nossos atos e ver o que dá certo e o que dá errado.
  • Estudar mais para ser promovido na empresa em que trabalhamos.
  • Aprender com pessoas que já fazem aquilo que desejamos fazer.
  • Devemos ter força de vontade para aprender mais, muito mais.
  • Trabalhar com interesse e atenção para que tudo saia certo.

É isso.

Você ainda já teve uma vaquinha imaginária? O que fez para se livrar dela? Escreva sua opinião nos comentários.

Crédito da imagem: http://www.flickr.com/photos/hikingartist/

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4 Comentários

  1. aldo disse:

    Muito legal essa história José.
    Visite o me blog, escrevo sobre otimismo e PNL, você vai gostar.
    um abraço

  2. Ilda disse:

    MUITO BOM